sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Moscou - Renascida do pós-guerra

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Marcada pelas sucessivas guerras, invasões e mudanças políticas, a populosa cidade, que vive ainda uma fase de adaptação após o final da Guerra Fria, tem como símbolo o Kremlin, palco de importantes acontecimentos históricos há séculos, por onde passaram reis, imperadores e ditadores. Nele localizam-se ricas igrejas ortodoxas e monumentos; ao lado, está a praça Vermelha (com a antiga sede da KGB) e um enorme centro de compras, o GUM, hoje mais bem abastecido do que na época do comunismo.

A catedral de São Basílio é uma das mais interessantes de Moscou: a arquitetura inconfundível, com cores e adereços extravagantes, a faz parecer saída de um conto mágico. Hoje, com a nova liberdade religiosa, muitos russos voltaram a freqüentar igrejas. Note a diferença entre a arquitetura ortodoxa russa e aquela das igrejas católicas ocidentais.

Debaixo da terra, Moscou guarda outra atração: suas antigas estações de metrô finamente decoradas.

Culturalmente, como era de se esperar, Moscou é rica: tem bons museus de arte, como o Pushkin e o Tretayakov, o Teatro de Arte (que segue a tradição de Tchecov e Stanislavski) e, é claro, o mundialmente famoso Ballet Bolshoi (é bom reservar seu ingresso com antecedência!).
Nas proximidades de Moscou há outras atrações que merecem uma olhada. É o caso de Zagorsky (oficialmente conhecida como Sergyev Posad), situada a 75 km ao norte da capital. Principal centro de peregrinação russa, até 1988 era sede da residência do patrono da Igreja Ortodoxa Russa (o Vaticano deles) Em Zagorsky fica também o Monastério São Sérgio (1340), santo padroeiro da Rússia, além de outras belas igrejas e catedrais.

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